Laudato Si’: chaves de leitura desde a América Latina

  • P. Paulo Suess

Resumen

A encíclica Laudato Si’ (LS) faz da realidade ecológica uma leitura sociocultural. Pobres e povos indígenas são contemplados como atores, destinatários e vítimas. Além da leitura sociocultural, acrescentamos a leitura latinoamericana, porque a pobreza e a alteridade, que são questões universais, exigem também hermenêuticas regionais. O campo religioso e pastoral ainda tem três tarefas específicas: lembrar as dores suportadas na construção do “bem viver” em tempos remotos, animar as lutas de hoje por direitos e dignidade, e alimentar a esperança que um outro mundo é possível. Por isso devemos também perscrutar a Laudato Si’ sobre suas contribuições face ao luto e à dor dos povos, frente às lutas pela sua libertação e para o desabrochamento e à confirmação de suas esperanças geradas nas fendas do sistema que os oprime.

Biografía del autor/a

P. Paulo Suess

De origen alemán, descubrió su vocación misionera desde muy joven en la amazonía brasilera. Sacerdote. Doctor en teología. En América Latina y el Caribe es reconocido su aporte en los campos de la teología post-conciliar, la misionología y la teología india. Es asesor del Consejo Indigenista Misionero (CIMI), al cual se encuentra vinculado desde hace más de 40 años. Conferencista, escritor. Dos universidades alemanas le han otorgado el doctorado honoris causa: Bamberg, en 1993, y Frankfurt, en 2004. Además de sus destacadas participaciones en eventos internacionales, como ponente y conferencista, fue presidente de IAMS (International Association for Mission Studies) y asesor teológico de algunos obispos durante la IV y V Conferencia General del Episcopado Latinoamericano de Santo Domingo y Aparecida y hace parte de la comisión de reflexión de teología india del CELAM. Actualmente es profesor del ciclo de posgrado en misionología, del Instituto Teológico São Paulo.

Cómo citar
Suess, P. P. (2016). Laudato Si’: chaves de leitura desde a América Latina. Revista CLAR, 54(1), 84-91. Recuperado a partir de https://revista.clar.org/index.php/clar/article/view/115

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Publicado
2016-03-31